Entrevistas


22 Out 2019

Alô Alô Bahia entrevista Carol Peixinho

Certamente o ano de 2019 tem sido bastante intenso para Carol Peixinho. Desde que saiu do Big Brother Brasil, a baiana não para e tem experimentado diversos projetos que envolvem teatro, moda, saúde, entre outras coisas. Agora, ela está morando em São Paulo, onde faz até dezembro um curso na escola Wolf Maia em busca do seu sonho de crescer profissionalmente como comunicadora. Com tantos projetos e compromissos, ela reservou um tempo para contar ao Alô Alô Bahia as novidades dessa agitada fase de sua vida.


Alô Alô Bahia - Como tem sido o início de rotina morando em São Paulo e a experiência fazendo o curso na escola Wolf Maia?

Carol Peixinho - Eu estou amando essa mudança pra São Paulo. Nunca pensei em vir morar aqui, mas o curso e essa minha nova fase foram o grande empurrão para esta mudança. Sabia que o curso era um curso bom, requisitado, tinha pesquisado sobre, mas não criei nenhuma expectativa. E que surpresa eu tive! Curso completo, onde em apenas dois dias na semana conseguimos trabalhar muito a teoria e a prática. Tem sido muito enriquecedor e divertido, já vejo drasticamente (rs) a minha melhora.


AAB - Após a saída do BBB 19, você já passou por diversas experiências, como estrear no teatro, desfilar, dançar com o FitDance, lançar uma coleção de acessórios. Qual o seu sentimento com essa fase de tantas novidades e quais sonhos você ainda tem a realizar?

CP – Com certeza são muitas experiências, que eu jamais pensei em viver e em tão pouco tempo. Meu sentimento é de MUITA e TOTAL felicidade! Tenho muitos e muitos planos, tanto com relação a lançamento de marca, quanto à realizar o sonho de ser uma comunicadora.


AAB - O que te motivou a participar do Big Brother Brasil? Após meses do término, você faria algo diferente dentro da casa? Qual foi o seu momento preferido e seu maior aprendizado dentro dessa experiência?

CP - Quando entraram em contato comigo (fui convidada por olheiro), achei a maior loucura e, primeiramente, disse não. Mas coloquei a cabeça no lugar (rs), analisei meu momento de vida e vi que não tinha nada a perder, pelo contrário, só a ganhar. Considero minha história no BBB toda linda, não mudaria quase nada. Talvez nos jogos da discórdia, seria ainda mais firme com o que acreditava. Mas consegui mostrar ao público tudo que precisava. Tiveram muitos momentos especiais, me diverti muito, não teve um preferido, os 88 dias que fiquei confinada foram incríveis. O BBB é uma experiência única de vida, que você está consigo mesma e acaba se conhecendo ainda mais. Aprendi a ser uma mulher ainda mais forte, segura, a confiar em mim, respeitar a individualidade das pessoas... só bons aprendizados.


AAB - Quem te acompanha sabe que, faça chuva ou sol, os treinos são praticamente sagrados na sua rotina. Como foi que esse hábito surgiu na sua vida e como você faz para manter a disciplina? O que os treinos representam pra você e qual mensagem você busca passar ao seu público através disso?

CP - Tive o prazer de ‘conhecer’ os exercícios na minha adolescência. Desde essa época fui inserindo aos poucos no meu dia a dia, experimentando várias modalidades e, hoje, digo com propriedade que o exercício muda a vida do ser humano. De dentro pra fora e vice-versa. Com todos os benefícios que o exercício me trouxe, fiquei viciada assumida e, com isso, ficou muito fácil manter a disciplina. Não tenho um segredo, é acordar e ir. Tento da maneira mais leve e prazerosa possível passar isso para o meu público. Acredito que o exercício não tem que ser uma obrigação, as pessoas devem, primeiro, experimentar para saber o que sentem e encontrar alguma modalidade que lhes dê prazer (não precisa ser dentro da academia). Com isso, vai ser fácil perceber as mudanças que ele faz nas nossas vidas, seja desde o humor até enfrentar nosso dia a dia com mais leveza.


AAB - Recentemente, você foi destaque no Prêmio Jovem Brasileiro com troféu na categoria Influencer Fitness. Qual aprendizado esse reconhecimento te deixou e como você vê que a internet e as redes sociais contribuem para o seu trabalho?

CP - Fiquei muito feliz em receber este prêmio. Pelo reconhecimento, pela categoria ser tão a minha cara e por fazer parte de um projeto que vem mostrando a força dos jovens para a construção e desenvolvimento do nosso país na valorização da cultura, das artes, dos infuenciadores digitais e diversos segmentos da geração jovem. Nem consigo imaginar trabalhar nesta área sem o apoio da internet e das redes sociais, hoje em dia tudo está voltado pra esta plataforma. Elas só contribuem positivamente, seja para divulgar meus trabalhos, meus parceiros, mas também para mostrar um pouco do meu dia a dia para meu público, e deixa-los por dentro dos cursos que venho fazendo, das minhas conquistas, do meu crescimento.


AAB - Alguma novidade ou projeto em vista?

CP - Como falei, tenho muitos planos, projetos e sonhos. Logo mais, prometo dar um spoiler pra vocês (rs).


Foto: Reprodução. Siga o insta @sitealoalobahia.
 

14 Out 2019

Alô Alô Bahia entrevista Simon Carrazzone, da Noha Shoes

O Alô Alô Bahia conversou com o empresário Simon Carrazzone, que comanda a Noha Shoes, marca de moda masculina que abriu há cerca de dois meses sua primeira loja na Bahia, localizada no Salvador Shopping. Nesta conversa, ele fala sobre o DNA da marca, o olhar para as tendências do mundo e antecipa as novidades do verão 2020. Vem ver!

Alô Alô Bahia – Nos conte um pouco sobre a origem da marca

Simon Carrazzone – A Noha Shoes nasceu há três anos em uma viagem despretensiosa que eu e meu sócio fizemos para a Itália, pois passamos a perceber que os homens italianos tinham uma preocupação muito grande com o visual, ao contrários do que víamos aqui, onde o homem tem dois pares de sapato e acaba não se preocupando tanto com a sua forma de se vestir. Dentro disso, os sapatos foram um item que nos chamou a atenção, pois lá cada um passava com um sapato de estilo, tendência e design diferentes. Foi então que enxergamos a oportunidade de trazer um pouco dessa moda italiana para o mercado nacional, falar abertamente sobre a moda masculina e trazer essa preocupação estética que, até então, os homens não tinham. Buscamos mostrar o quanto o visual pode ser importante e mudar a forma como os homens são vistos e como isso pode trazer benefícios para eles.

AAB – Quais são os diferenciais dos modelos da Noha Shoes?

SC – Pela Noha ter nascido com essa visão voltada para o design, a gente viaja uma vez por ano para a Europa buscando analisar tendências, comportamentos e novidades, além de pesquisarmos bastante sobre o que está acontecendo no mundo da moda. Costumamos dizer que o cliente da Noha está alinhado às principais tendências mundiais.  A partir daí, tornamos essa tendência um pouco mais comercial, deixando-a com a cara do Brasil. Nos preocupamos também em não trazer a tendência pela tendência, mas sim desenvolver um olhar crítico a partir do que observamos, criando a nossa própria visão sobre a moda masculina.

AAB – Como surgiu o interesse em investir no segmento de moda masculina?

SC – Com essa viagem a Itália que eu mencionei, percebemos que o homem estava mudando, passando a se preocupar um pouco mais com o visual, com a forma de se vestir, e o mercado de sapatos não estava acompanhando esse movimento. Enquanto consumidor, tínhamos muita dificuldade de comprar sapatos bacanas aqui na nossa cidade e no Brasil em geral, e acabávamos precisando comprar em outros lugares. Aqui, éramos clientes de marcas que tinham os sapatos apenas como complementos do portfólio, o que nos fez ver que existia espaço no mercado para esse tipo de segmento. Na verdade, sempre gostei muito de moda, apesar de não ser um estudioso da área em si, mas sempre tive uma preocupação estética legal e foi nessa área que eu me encontrei. Hoje, nossa marca é vista como uma referência nacional quando o assunto é moda masculina e temos a consultoria no nosso DNA, pois também nos preocupamos em dar dicas de moda aos nossos clientes visando a melhoria da imagem deles e, graças a Deus, temos tido uma boa aceitação.

AAB – Quais são as particularidades do público baiano?

SC – Antes de abrirmos a loja em Salvador, passamos uma semana viajando e frequentando shoppings, restaurantes e praças para observar o comportamento dos homens. Com isso, passamos a ver que Salvador é uma cidade muito cosmopolita, que tem todos os estilos, então vimos que é difícil achar uma característica que marcasse o estilo de uma maneira mais acentuada. Talvez seja um público mais casual e informal do que as outras praças nas quais estamos sediados, mas também encontramos homens mais vaidosos, que se preocupam com a forma de se vestir e estão alinhados com as últimas tendências. É uma praça onde sempre quisemos entrar e, pra nós, foi uma conquista muito especial ter entrado e sido bem aceitos no mercado de Salvador.

AAB – Quais são os planos de expansão da marca?

SC – Nascemos muito pequeninhos, na garagem dos meus pais, vendendo apenas para amigos e a expansão acabou sendo muito rápida. Com dois meses de funcionamento na garagem já passamos para uma lojinha de rua, ainda sem nenhum funcionário. Depois de seis meses abrimos uma unidade no principal shopping de Recife como convidados, onde a ideia inicial era que ficássemos um ano nesse projeto de loja temporária, e já acabamos sendo a loja de sapatos que mais vendeu nesse período, o que gerou uma boa repercussão na cidade. Foi ali que vimos que estávamos no caminho certo e, a partir do segundo mês dessa experiência, o shopping já nos convidou a firmar um contrato definitivo e abrir lojas em outras unidades deles. No primeiro ano fechamos com uma loja, no segundo fechamos com três lojas e, atualmente, vamos fechar com 12 lojas e expandindo para outras regiões além do Nordeste, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em 2020 pretendemos fechar com 28 lojas e seguir com esse crescimento exponencial em busca do objetivo de, em cinco anos, ser a maior marca de sapatos masculinos do Brasil.

AAB – Quais são as principais apostas da marca para a temporada de verão 2020?

SC – Seguimos em uma corrente um pouco mais clássica, com sapatos mais elegantes, minimalistas, com menos costuras, no estilo mais clean. Estamos apostando bastante também nas cores e, nessa coleção, iremos incluir detalhes com tons mais marcantes, neons e vibrantes bem com a cara do verão, intercalando com cores mais sóbrias. Estamos preparando também uma linha de sandálias bem modernas e vamos vir cheios de novidades para a alta estação. Vamos lançar mais de 20 modelos em novembro com inspirações da última viagem que realizamos para a Europa.

 
 

11 Out 2019

Alô Alô Bahia entrevista Luciana Paraiso

Prestes a embarcar para a República Dominicana, onde recebe um prêmio pelo destaque entre os 10 mais atuantes escritórios de arquitetura e interiores da Bahia, a arquiteta Luciana Paraiso recebeu o Alô Alô Bahia para uma entrevista sobre carreira, planos e desejos. Confere abaixo como foi nosso bate-papo.
 
 
Alô Alô Bahia – Como é a sua história dentro da área da Arquitetura e Urbanismo?

Luciana Paraíso - Sou formada em Arquitetura e Urbanismo pela UNIFACS em Salvador. Sou filha de engenheiro e minha avó é apaixonada por decoração. Ao longo da minha formação acadêmica tive uma influência importante do meu pai, que me ensinou a ter um apreço pela área de exatas. No momento de escolher a faculdade, o gosto por essa área falou mais alto e optei por cursar Engenharia Elétrica. Em paralelo, comecei a cursar Relações Internacionais, pois sou fluente em inglês, gosto muito de viajar e tenho vontade de desbravar o mundo. Porém, depois do primeiro ano de faculdade, descobri que não era nada disso o que eu queria.

AAB – O que te fez descobrir que a Arquitetura e Urbanismo era o que você queria fazer?

LP – A faculdade onde eu cursei Engenharia promovia a Semana Universitária. Neste evento, ocorriam diversas palestras e debates relacionados aos cursos e uma das palestras daquele ano foi com a arquiteta Marcia Meccia. Aquela palestra foi o ponto de virada para que eu me encantasse pela Arquitetura. Fiz vestibular novamente, passei e me descobri dentro da área. Todos os anos do curso foram muito enriquecedores, fazia todos os trabalhos e estudava com o maior prazer.

AAB – Como se deu a sua iniciação profissional na área?

LP – Desde a graduação em Engenharia Elétrica, eu estagiava em uma empresa que administra terminais rodoviários e aeroportos, porém, não era no setor técnico de projetos relacionado à Arquitetura. Quando mudei de curso, pedi que me trocassem de setor, mas eles só contratavam estagiários que tivessem domínio do Autocad, e eu não sabia. Fiz um curso intensivo durante uma semana, consegui aprender e comecei a estagiar no setor técnico. Lá foi a minha escola com relação a ter o domínio e a prática desse programa.

Posteriormente, surgiu a oportunidade de estagiar em um escritório de Arquitetura e Interiores, o que também foi uma escola pra mim porque eu saí de uma escala macro - projetando terminais rodoviários e aeroportos - e fui para uma escala micro, que é pensar ambientes menores e desenhar móveis, o que foi muito enriquecedor. No período deste estágio, fui convidada a trabalhar na parte técnica de uma loja de iluminação que estava inaugurando em Salvador. Eu era responsável apenas por incluir os bloquinhos de luminárias nos layouts dos projetos dos clientes, mas foi uma experiência em que eu tive acesso a plantas de diversos arquitetos e pude aproveitar para aprender e abrir a minha mente por ver como era possível aplicar diversas soluções aos projetos.

 Foi nessa ocasião que uma designer me convidou para participar com ela da CasaCor Bahia 2005, no Mercado do Ouro. Ela me chamou para fazer um Quarto de Bebê nessa mostra e eu topei. Foi ótimo porque consegui ter acesso aos detalhes de como funciona uma mostra de decoração, desde o relacionamento com fornecedores, até a escolha dos materiais, custos e os processos burocráticos e prazos. Consegui desenvolver relacionamentos com os profissionais da área e, com isso, surgiram convites de trabalhar em outros escritórios e eu fui topando esses desafios que apareciam de trabalhar com alguém diferente. 
 
AAB - Houve alguma experiência mais marcante dentro desses estágios que você realizou no início da sua carreira?
 
LP - Após a experiência na CasaCor, comecei a trabalhar em um escritório de design de interiores. Lá eu era responsável pela parte técnica dos projetos e isso me deu um senso de autonomia e confiança muito grande. Nesse período era o meu último ano de faculdade, então eu passei a conciliar o Trabalho Final de Graduação, duas matérias optativas e dois estágios. Até que, durante o desenvolvimento do TFG, estive no escritório da Prado Valladares para tentar ter acesso a projetos que pudessem me ajudar em minha pesquisa. Então, comecei a trabalhar com eles e fiquei de 2006 a 2011 no escritório. Em 2009, fiz uma especialização em iluminação e, a partir disso, fiquei responsável pela iluminação dos empreendimentos que o escritório estava lançando em Angola. 
 
AAB - Do que se tratou o seu Trabalho Final de Graduação?
 
LP - Desenvolvi um novo projeto para o Aeroporto Internacional de Porto Seguro, que até hoje tem uma pista de voo muito curta, o que limita a sua operação. Minha fonte de inspiração para esse projeto foi o trabalho do arquiteto e engenheiro espanhol Santiago Calatrava. Meu aeroporto era em estrutura metálica, envidraçado e, como é localizado em uma região de Porto Seguro que tem plantação de eucalipto, o conceito dele foi inspirado na forma da folha de eucalipto. Um dia quem sabe não temos um novo aeroporto construído a partir do meu projeto?
 
AAB - Como foi a sua primeira experiência realizando uma mostra individual?
 
LP - No meu período no escritório Prado Valadares realizei a minha primeira mostra, a Morar Mais Por Menos, que foi realizada na Casa dos Carvalho, na Graça. Meu ambiente foi um Home e, apesar de eu ter fugido um pouco da proposta, esta experiência me gerou uma nova oportunidade. Na ocasião, Luisinha Brandão, franqueada da CasaCor Bahia na época, visitou o meu espaço e disse que ele tinha potencial para fazer parte da CasaCor. Fiquei feliz da vida. A partir dessa mostra, minha visibilidade no mercado também aumentou e eu passei a ter uma demanda de projetos que fez com que eu tivesse a necessidade de abrir meu próprio escritório. Logo depois, precisei optar por sair da Prado Valadares e trilhar meu sonho de consolidar minha carreira e me dedicar ao meu escritório. 

AAB – Conta mais detalhes de como foi a sua primeira experiência individual na CasaCor Bahia.

LP - Em 2013, participei pela primeira vez da CasaCor Bahia, que aconteceu no antigo Shopping Iguatemi, hoje Shopping da Bahia. Antes disso, eu até já havia tentado participar, porém, por ser recém-formada, os espaços que me eram oferecidos eram pequenos e eu sempre escolhia esperar outro momento. Foi então que, em 2013, no início do período da crise financeira, com muitos profissionais sem aderir à proposta da mostra, estreei com um dos principais ambientes daquele ano: um Loft de 110m². Minha homenageada foi Claudia Gama. Também convidei o artista plástico Marcelo Horta, que ficou responsável por criar as telas para compor o espaço. No fim das contas, na contramão do que eu escutava, tive muito retorno com essa CasaCor e consegui fortalecer a minha marca. Em 2018 participei pela segunda vez e meu ambiente foi uma Sala de Jantar. 

Com um fruto desse e de outros trabalhos, o escritório tem sido destaque desde 2015 na premiação nacional que elege os 10 mais atuantes escritórios de cada estado. Neste ano, o prêmio será entregue em Punta Cana, para onde viajo nessa sexta-feira (11). O projeto  que nos fez ganhar nesta edição foi escolhido para estar no anuário da Editora Kaza, que será lançado em dezembro em Miami. Assim, os planos internacionais já estão surgindo.

AAB – Quais são os planos internacionais que você tem para o seu escritório?

LP – Com a escolha do projeto para estar no anuário da Editora Kaza e viajar para Miami, já estou fazendo parcerias com imobiliárias e agendando reuniões com corretores locais para investir nessa expansão internacional. Já temos alguns clientes daqui do Brasil que estão adquirindo imóveis fora do país, mas estamos prospectando novos também. Quem sabe também não surge uma CasaCor Miami? (risos). 

AAB – Quais são as características do seu trabalho e as suas fontes de inspiração para a montagem dos ambientes que você cria?

LP – Iniciei minha carreira com uma inspiração muito grande vinda da minha avó, então o clássico era um traço muito marcante dos meus primeiros projetos. Sempre tinha dourado, móveis mais rebuscados, tachas, etc. Com o passar do tempo, fui começando a me encontrar, me autoconhecer e a desenvolver um estilo próprio. Meus projetos nunca são iguais uns aos outros, pois respeito muito as especificidades de cada cliente, mas tem algo em comum em todos eles, seja no projeto de um cliente mais high tech, seja de um cliente mais contemporâneo ou clássico. Acredito que viajar é muito importante para abrir a mente e ganhar novas referências. 

AAB – Quem são os profissionais que te inspiram?

LP – Na época em que formei, a minha fonte de inspiração e que teve influência no meu Trabalho Final de Graduação foi o Santiago Calatrava. Foi o meu mestre inicial para arquitetura de grande porte. Já para projetos residenciais, eu sou fã do Marcio Kogan e do nosso conterrâneo David Bastos. Para design de interiores, minha grande referência é Marcia Meccia, que foi inclusive quem me despertou para a Arquitetura. Também admiro muito o trabalho de Roberto Migotto e de Cris Hamoui.

AAB – Houve dificuldade na hora de planejar o seu próprio apartamento?

LP – O grande problema foi lidar com o meu cliente, que é o meu marido (risos). Foi o projeto mais desafiador que eu já fiz na minha vida, pois tudo o que eu pensava em fazer, ele dizia que eu já havia feito para meus clientes e que era pra eu ousar.

AAB – Quais são os planos para 2020?

LP - Já estamos fechando projetos aqui na Bahia e em São Paulo para 2020. Vou realizar uma mostra em Feira de Santana na próxima semana, que também acredito que trará bons resultados. Nosso escritório novo está em obras e deve ficar pronto no final de novembro, quando devemos preparar uma festa de inauguração. Também estou apostando tudo em Miami para 2020. Vou voltar em dezembro cheia de novidades!
 
 
Foto: Ana Varjão. Siga o insta @sitealoalobahia.

10 Out 2019

Regina Casé revela expectativas com o novo trabalho na novela "Amor de Mãe"

Regina Casé estará de volta às telinhas a partir de novembro, após 18 anos, e promete emocionar o público com a sua personagem Lurdes, na novela “Amor de Mãe”. Lurdes é uma nordestina batalhadora que faz de tudo pelos filhos  Magno (Juliano Cazarré), Ryan (Thiago Martins), Érica (Nanda Costa) e Domênico (Eros Lazari). Em entrevista ao Glamurama, Regina contou sobre as expectativas com o novo trabalho.
 

Glamurama: Como é estar voltando às novelas depois de 18 anos?

Regina Casé: Eu sou uma atriz. Durante muito tempo eu fui uma atriz que apresentava um programa. Mas eu sentia falta de atuar. E a cada vez que eu fazia um filme ou uma peça, a resposta era maravilhosa. O José Luiz Villamarim e a Manuela Dias me convidaram de uma maneira tão linda que foi impossível recusar.

Glamurama: Como você definiria a Lurdes?

Regina Casé: Se eu tiver que definir a Lurdes em uma palavra eu diria coragem. Ela é uma mulher inteligente e que tem uma afetividade constante com os filhos. E, apesar da vida ter sido tão dura com ela, tem um ótimo senso de humor. Ela não é indefesa, nem sofrida. É uma personagem linda!

Glamurama: O que você pode falar da busca dela pelo filho perdido?

Regina Casé: Cada problema que surge, ela não pensa um segundo. Ela cai para dentro para resolver. Quando ela descobriu que o Domênico foi vendido, ela pegou os outros filhos e veio embora para o Rio de Janeiro. E a única informação que ela sabia era que a mulher se chamava Kátia. Ela não descansa um segundo dessa busca.

Glamurama: Como é a relação dela com os filhos?

Regina Casé: O Magno é o mais velho e sabe tudo que aconteceu antes de partirem para o Rio, o que aproxima os dois. Eles são muito amigos. O Ryan é o artista da casa, é sensível, carinhoso e protetor. A Érica é a filha que mais entra em conflito com a mãe, mas as duas se amam muito também. Já Camila tem uma ligação muito grande com ela. Quando Lurdes a encontra, aquele amor se dá instantaneamente.

 


03 Set 2019

Conheça o CISVIVER, núcleo de saúde voltado para a medicina preventiva

Qualidade de vida a seu tempo. Essa é a filosofia que norteia a atuação do CISVIVER, núcleo de saúde voltado para a medicina preventiva, que há três anos desenvolve um trabalho integrado, por meio de um ciclo de três fases: check-up, reequilíbrio e longevidade. Com sede no Costa Azul, o núcleo conta com estrutura física completa para atender os pacientes nas mais diversas especialidades médicas, programas de reequilíbrio, exames e procedimentos. O Alô Alô Bahia bateu um papo com a Dra. Thais Aguiar do Nascimento, Diretora Técnica da unidade, para entender um pouco da metodologia de gestão de saúde que é o grande diferencial da instituição. Confira!
 
Nos conte um pouco sobre o trabalho desenvolvido pelo CISVIVER e há quanto tempo atuam no mercado. Quais os diferenciais de contratar os serviços da empresa?

O CISVIVER é um núcleo de saúde voltado para a medicina preventiva. Nós entendemos que o ser humano é formado por 14 sistemas funcionais e, a partir daí, desenvolvemos uma forma de demonstrar para o nosso cliente que esse sistema precisa ser mantido.  Estamos no mercado com a ideia de tentar otimizar o tempo do nosso cliente, entregando-o no período de seis horas – para consultas médicas e paramédicas que incluem exames laboratoriais, de imagem, ultrassonográficos, raio-x, odontologia, nutrição, oftalmologia cardiologia, urologia, ginecologia e exames cardiológicos.  Após 15 dias, o cliente retornará ao CISVIVER para a apresentação do relatório conclusivo do check-up, quando será apresentado pelo médico o diagnóstico integrado, além de uma sugestão de produto ou programa para o reequilíbrio dos seus sistemas funcionais.

Qual a importância da realização do check-up e como ele é realizado no CISVIVER?

Nosso principal diferencial é a questão do tempo, devido à rotina cada vez mais agitada das pessoas. Nós temos o Centro de Gestão da Saúde que vai sinalizar ao cliente o que deve ser feito e gerenciar que esse protocolo seja cumprido de acordo com a orientação dos médicos. Esse grupo de apoio não só cria o banco de dados interno, como acompanha a saúde do cliente periodicamente. A ideia de fazer o atendimento em um único turno  é economizar tempo e garantir que todos os exames e consultas sejam realizados. A nossa preocupação é que realmente o cliente alcance o mais rápido possível o estado de equilíbrio da sua saúde.
 
Do ponto de vista empresarial, o check-up médico é estratégico para as corporações?

Eu diria que sim. Além da preocupação legal, a empresa entende que funcionário com saúde, é aquele que trabalha bem e para isso ele não se afasta das suas atividades, ele se mantém produtivo.  O CISVIVER atua de duas formas: prestando serviço para as empresas in company, ou realizando os exames no próprio núcleo. A nossa filosofia não é fazer um exame exclusivamente por exigência jurídica. A nossa preocupação é que os exames sejam de qualidade e realmente sinalizem se o funcionário tem algum problema. Essa pratica é muito produtiva para a empresa, porque ela passa a ter funcionários saudáveis e com capacidade laborativa muito maior. Após um ano desse mapeamento, apresentamos para a empresa um painel, com o percentual das doenças mais prevalentes, demonstrando os índices de hipertensão, obesidade, diabetes, dentre outros, com as respectivas sugestões de programas a serem implantados pela empresa.
 
 
Qual o procedimento da clínica quando o paciente encontra fatores de risco à saúde? Nos conte como é feito esse acompanhamento.

Nós não fugimos da medicina clássica. O CISVIVER mantém uma equipe médica completa com plena capacidade de exercer a medicina tradicional, oferecendo programas de qualificação da saúde que identificam o problema do cliente para direcioná-lo ao tratamento adequado. Paralelo ao check-up, nosso núcleo de saúde realiza consultas avulsas, com especialistas nas mais diversas áreas, como tratamento odontológico, psicológico, oftalmológico, etc.  Todas as áreas que oferecemos no check-up, temos o tratamento em sequência. O principal dessa interação é que os médicos se comunicam, o que nos dá a liberdade de ter discussões multidisciplinares, onde estabelecemos metas e condutas para tornar o trabalho ainda mais eficaz.
 
Como as empresas podem apoiar os seus colaboradores a desenvolver um estilo de vida saudável? Isso também vale para a comunidade em geral. Quais os hábitos consideram fundamentais para ter qualidade de vida?

O tripé para uma boa saúde é dormir bem, comer bem e praticar atividades físicas.  Precisamos nos perguntar o que estamos fazendo com nós mesmos. Não há prioridade maior, nem bem maior, do que a nossa saúde. O segredo é olhar para si e trabalhar a mente para entender que, mesmo com todos os problemas, precisamos impedir que o alto nível de stress afete a nossa saúde. 
 
Como é possível agendar um atendimento no CISVIVER?

Para o atendimento empresarial, o contato é mantido pela empresa através dos seus RHs, diretamente com o nosso setor comercial. Já para o atendimento individual, qualquer pessoa pode frequentar o núcleo, tanto para exames avulsos, quanto para o check-up. As marcações podem ser feitas através da nossa central de atendimento (71) 3505-6500 ou comercial@cisviver.com.br, para atendimentos por convênio ou particulares.
 
 
 
 
SERVIÇO:
Telefones: (71) 3505.6500
                   (71) 99128.1713
contato@cisviver.com.br
SEG - SEX: 07h00 às 18h00
SABADO: 07h00 às 13h00
R. Adelaide Fernandes da Costa, 700, Costa Azul - Salvador/BA
CEP 41760-040

Foto: Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia.
 

03 Set 2019

“Bruno Reis vem se colocando como candidato natural”, diz Alan Sanches

A entrevista foi publicada na edição de agosto do jornal “ Alô Alô Horto”
 
Vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Alan Sanches (DEM) é morador do Horto Florestal e não esconde o gosto pelo bairro. Médico especialista em ortopedia, Sanches já foi vereador de Salvador e está agora em seu terceiro mandato de deputado estadual, tendo a saúde como uma de suas principais bandeiras. Nesta entrevista ao Alô Alô, Alan fala sobre como é morar no Horto, destaca o crescimento do bairro, aborda sua posição enquanto deputado de oposição ao governador Rui Costa (PT) e faz uma análise da política estadual, enfatizando que Bruno Reis (DEM) é o candidato natural do grupo para suceder o prefeito ACM Neto (DEM) nas eleições do próximo ano.
 
Alô Alô Horto: Como é morar no Horto Florestal? 
 
Alan Sanches: Morar no Horto é extremamente tranquilo. Já tivemos problemas com a insegurança, mas depois que todos os condomínios se juntaram numa associação para inserir uma segurança privada no bairro, somada à patrulha normal da polícia, temos uma sensação de segurança muito maior. Geograficamente, o Horto é muito bem localizado, com possibilidades de entrar e sair por várias vias, através de avenidas como a Vasco da Gama, Lucaia, Brotas. Isso é muito importante.
 
AAH: Como o senhor vê esse crescimento do Horto nos últimos anos, sempre com novos empreendimentos? Atribui isso ao novo momento da cidade?
 
AS: Por ser um bairro nobre, já se cria expectativa na própria sociedade. A prefeitura criou um ambiente favorável para essas construções em bairros como o Horto. É um bairro extremamente residencial e bem frequentado, e por isso acredito que tenha valorização dos imóveis e pessoas desejando, procurando e buscando residir no Horto.
 
AAH: O senhor tem adotado um tom mais crítico na oposição ao governador Rui Costa. Qual a principal crítica à gestão dele?
 
AS: Eu acho que a principal crítica é que o governo Rui Costa é limitado. É um governo que falta criatividade, já que a Bahia poderia estar melhor localizada no cenário nacional. Temos um problema crônico na saúde, a chamada regulação, que continua que continua sendo chamada de regulação da morte. O paciente já acha que dali não vai escapar. A segurança também é um fator que nos preocupa. Precisamos criar novas estratégias para proporcionar mais segurança para o povo da Bahia. Na educação, tivemos um dos piores Idebs do país e isso se deve à falta de investimento e planejamento. É um governo que tem que nota C na capacidade de pagamento, não consegue realizar empréstimo com o aval da União.
 
AAH: O que esperar das eleições do próximo ano? Vê Bruno Reis como favorito?
 
AS: Acredito que Bruno vem se colocando como candidato natural. Se Neto tivesse sido candidato ao governo, Bruno já teria assumido. Ele vem fazendo um bom trabalho, que naturalmente já o credencia. Primeiro por ocupar a cadeira de vice e segundo porque o trabalho que vem desempenhando - já foi secretário de Ação Social e hoje é de Infraestrutura. É um homem político extremamente articulado e trabalhador, conhece muito o perfil do nosso grupo. O que precisamos é uma continuação do trabalho de avanço da nossa capital. Bruno está capacitado para ser esse homem. Vejo como candidato potencial favorito, mas como a eleição só se ganha no dia, ele vem construindo as condições favoráveis para ter êxito e ser o prefeito da cidade em 2020.
 
AAH: O prefeito ACM Neto já disse que vai rodar o interior nas eleições em 2020. Acredita que esse protagonismo de Neto pode ajudar a eleger candidatos de oposição a Rui?
 
AS: A partir do momento que tivermos um candidato forte, como ACM Neto, em 2022, haverá o crescimento da oposição. Podemos não ser oposição e nos tornarmos situação, caso Neto se já eleito, e essa é a expectativa de todos os baianos. Depois de 16 anos de governo do PT, por melhor que avaliem, o partido entra em fadiga e a população vai querer algo a mais. O PT deu sua contribuição e agora tem que pegar seu chapéu e fazer oposição a nós. Quem poderá dar uma contribuição muito maior, com muito mais criatividade, força de vontade e inovação, é ACM Neto.
 
AAH: Qual o plano político de Alan Sanches? O senhor pretende ir para o Congresso? E disputar uma prefeitura? O senhor tem uma base boa em Santo Antônio de Jesus...
 
AS: Inicialmente, para 2020 temos um projeto de fortalecer nosso candidato a prefeito, que provavelmente será Bruno Reis. Queremos potencializar essa força em Bruno, ajudar nossos candidatos a vereadores e prefeitos pelo interior para chegarmos fortes em 2022. A partir daí, começaremos a realizar uma série de planejamentos que passam por ACM Neto e Bruno Reis. Mesmo assim, é cedo para fazer programação, já que o que queremos é trabalhar mais pela população. É o povo que vai declarar seu desejo, ele é que vai nos colocar onde quer representação, seja na Câmara Federal ou Parlamento estadual.
 
AAH: E quanto ao seu mandato, algum projeto mais encorpado que pretende apresentar?
 
AS: Eu tenho alguns projetos colocados em pauta e em tramitação. Um dos que considero mais importantes faz referência à evolução na programação das cirurgias eletivas. Elas são cirurgias marcadas, programadas, que podem esperar. Mesmo assim, atualmente não existe programação pelo governo, que não organiza onde e quando as cirurgias serão feitas. Nosso projeto é que exista uma lista única desses procedimentos, como ocorre com os transplantes de órgãos.
 
Foto: Alô Alô Bahia. Siga o insta @sitealoalobahia.
 

28 Ago 2019

Geff Ruas: consultorias de sucesso para grandes marcas

Goiano de nascimento e carioca de coração.
 
Assim é Geff Ruas, consultor no segmento de bares, restaurantes e hotéis que tem ganhado relevante projeção no mercado nacional.
 
O executivo, que chegou há duas décadas na capital fluminense, começou a carreira profissional na moda. Mas foi no Bar D’Hotel do extinto Marina Suites, que Ruas despontou de ajudante de garçom para uma carreira brilhante. Esbanjando elegância e muita descrição, ele caiu nas graças de clientes famosos e outros nem tanto. Prestou consultoria no Quadrucci, Sushi Leblon, Grupo Rubayat e recentemente comanda uma renovação no restaurante asiático MEE do icônico Copacabana Palace .
 
Em meio a ligações com pedidos especiais de clientes, planejamento de eventos e estratégias, Geff conversou com o Alô Alô Bahia à beira da piscina do Copa:
 
Alô Alô - Você é nacionalmente conhecido pelo trabalho de consultoria com grandes grupos e marcas ligadas à gastronomia. Naturalmente acompanhamos todos os dias a abertura e o fechamento de estabelecimentos. Qual a fórmula para a construção e manutenção de uma marca sólida e de sucesso nessa área?
 
Geff - Acho que sensibilidade, verdade, paixão e conectividade. Conectividade no sentido de estar ciente do que acontece no mercado, no mundo. Você não pode se colocar numa bolha, só porque o seu estabelecimento está lotado, dispensando clientes. É preciso se incomodar. Sempre trazer coisas novas, se renovar. Quando um prato é apresentado no menu, aquilo representa uma construção, uma harmonização de ingredientes quase perfeita que é fruto de uma pesquisa, de testes. Desde a iluminação do restaurante, passando pela escolha dos uniformes, ao treinamento da equipe, tudo é pensado de modo que o resultado final seja uma experiência. Para que o cliente entenda isso é necessário uma intimidade. E a alma brasileira, se bem empregada no atendimento, tende a facilitar o estreitamento desses laços. E isso é um grande diferencial na consolidação de uma marca.
 
Alô Alô - Recentemente, acompanhamos “a aventura” de algumas consolidadas labels do segmento de restaurantes, no mercado internacional. Você foi o responsável pela imagem do Grupo Rubayat e viajou o mundo pelas unidades da marca. Qual a principal diferença do cliente brasileiro para o estrangeiro? A expansão internacional é algo possível para restaurantes brasileiros de sucesso?
 
Geff - Depois de 11 anos no Sushi Leblon, eu senti uma necessidade de expansão na minha vida profissional, o que me levou ao Grupo Rubayat. Lá, após alguns cases de sucesso, eu assumi a gerência de conceito do grupo o que me levou ao México, Espanha, Chile, passando por São Paulo, Brasília, Minas Gerais e é claro Rio de Janeiro. Mas o fato é que as marcas brasileiras do segmento de restauração lá fora fazem um baita sucesso, quando juntam as nossas principais qualidades empreendedoras: profissionalismo, bossa, garra e personalidade. A gente sabe encantar de uma forma que ninguém sabe fazer igual. O nosso acolhimento aliado à nova gastronomia e coquetelaria brasileiras são imbatíveis lá fora. Mas é preciso levar essa identidade na bagagem e não simplesmente vender um formato que imite,  que seja um arremedo grosseiro com fins meramente comerciais.
 
Alô Alô - Há poucos meses, você presta consultoria ao MEE, restaurante asiático do Copacabana Palace Hotel, no Rio de Janeiro, que possui 1 Estrela Michelin. O que vem por aí?
 
Geff - Em primeira mão pra vocês, eu conto quem além do MEE, o meu trabalho vai se estender também ao restaurante Pérgula. Estou muito feliz e animado com essa nova fase. É um prazer trabalhar com essa maravilhosa equipe comandada pela Andrea Natal. Vem bastante coisa bacana. É tempo de realizar. E prometo que vou contando a medida que for acontecendo.
 
Alô Alô - É sabido que todo o trabalho de consultoria, se baseia em estudo e análise de mercado, mas também em Benchmarking que é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais. Você viaja muito? Visita a concorrência? Que critérios norteiam a sua pesquisa?
 
Geff - De fato, o mercado da restauração é bem comparativo. As viagens, pesquisas são praticamente dever de casa, parte do cotidiano. Também conto com grandes parceiros e conselheiros, como Andrea Dellal, Lenny Niemayer, Patrícia Vieira e Andrea Natal, que trazem um olhar refinado em momentos oportunos. No geral eu adoro buscar, sou uma pessoa muito inquieta. Passei dois anos inteiros me hospedando em hotéis, verificando serviços, produtos só para efeitos comparativos de mercado. 
 
Alô Alô - O que não pode faltar num restaurante de sucesso?
 
Geff - Essa é uma área que demanda muito amor e dedicação. Não só dos patrões, mas também dos funcionários e até fornecedores. O aprimoramento é infindável, seja através de qualificações, cursos e tudo mais que possa agregar em termos qualitativos para a equipe. E nem sempre isso é sinônimo de sofisticação. Tenho observado a busca das pessoas por experiências mais aconchegantes, inimistas e acolhedoras. Me parece que aquela atmosfera opressora dos restaurantes sofisticados de antigamente está sendo menos buscada. 
 
Alô Alô - E qual a marca, o toque especial, dos restaurantes administrados por você?
 
Geff - Sou de uma família vinda da terra, simples. Cresci e fui criado com o cheiro da comida da mamãe e com o seu cuidado e carinho em receber pessoas. O meu trabalho é fruto das experiências  e ensinamentos que as pessoas trouxeram para a minha vida. Eu faço com amor, carinho. Eu sofro. Me entrego de corpo e alma.  Gosto muito do simples, do que é acolhedor.  Essa, talvez, seja a minha marca.
 
Foto: Acervo Pessoal.Siga o insta @sitealoalobahia

28 Ago 2019

Alô Alô Bahia entrevista Rafael e Tito Guimarães Lima

Especialistas da Clínica Guimarães Lima, localizada em Salvador, os doutores Rafael e Tito Guimarães Lima conversaram com o Alô Alô Bahia sobre a técnica dos implantes dentários e tiraram todas as dúvidas sobre os cuidados ao realizar este procedimento e como garantir uma boa saúde bucal. Vem ver!

Alô Alô Bahia: Como funciona a técnica do implante dentário?

Guimarães Lima: Por meio da osseointegração, parafusos de titânio são fixados na mandíbula ou na maxila do paciente, servindo de suporte para coroas dentárias e próteses totais tipo protocolo, promovendo a reabilitação oral e oferecendo maior estabilidade, estética do sorriso e da face. O procedimento é totalmente indolor porque, além da anestesia local, ele também é realizado sob sedação inalatória com óxido nitroso ou com sedação venosa, ministrada por anestesista.

Alô Alô Bahia: Quais são os materiais utilizados na confecção das próteses?

Guimarães Lima: As próteses podem ser confeccionadas em cerâmica ou resina, que são materiais de aspecto muito semelhante à dentição original do indivíduo, favorecendo a composição de um visual mais natural e harmonizado.

Alô Alô Bahia: Em quais casos os(as) pacientes devem optar por essa técnica?

Guimarães Lima: Os implantes dentários são indicados para pacientes que possuem um ou mais dentes faltando. Não há qualquer contra-indicação absoluta, podendo ser realizado inclusive em pacientes da terceira idade, desde que tenha sua saúde em dia.

Alô Alô Bahia: Quais são os cuidados que os(as) pacientes devem ter após realizar este procedimento?

Guimarães Lima: Os(as) pacientes devem seguir as orientações pós-operatórias passadas pelo(a) cirurgião(ã), como ter uma alimentação líquida fria ou gelada por 24 horas e depois pastosa por 5 a 7 dias após o procedimento. Além disso, pôr gelo sobre a área operada por 24 horas e evitar atividades físicas por uma semana.

Alô Alô Bahia: Quais são as principais vantagens dos implantes dentários para a qualidade de vida dos(as) pacientes?

Guimarães Lima: Além de confiança para falar, sorrir e mastigar, este tratamento também proporciona ganhos à autoestima e sensação de bem-estar com a própria imagem.

Alô Alô Bahia: Quais são as principais recomendações para quem busca ter uma boa saúde bucal?

Guimarães Lima: Fazer uma consulta odontológica pelo menos 2 vezes por ano para manutenção da higiene bucal e para avaliar se há alguma alteração que justifique tratamento, evitando que piore depois.

 

21 Ago 2019

Alô Alô Bahia entrevista a escritora baiana Telma Brites

Baiana radicada na Europa, a escritora Telma Brites lança ao público a sua mais nova obra, inspirada na mitologia grega, “Gaia – O Templo Esquecido”. Morando na Alemanha há 17 anos, Telma está em Salvador nesta semana, onde promoverá amanhã (22), na Livraria Leitura do Shopping Bela Vista, uma sessão de autógrafos. Em conversa com o Alô Alô Bahia, ela conta mais detalhes sobre o seu novo trabalho e da sua experiência internacional. Vem saber!


Alô Alô Bahia: O que te motivou a ser escritora?

Telma Brites: Os livros fizeram parte da minha vida desde criança. Sob a influência da minha mãe, pedagoga, e do meu irmão mais velho, que não largava livros, desenvolvi hábitos de ter sempre um livro perto e sonhar com ele. Andar por caminhos imaginários cheios de romance, aventura e mistério. Cresci tendo o sonho de um dia passar as fantasias que dominavam, constantemente, a minha mente para o papel. Comecei um livro aos 13-14 anos, que foi perdido com o tempo e os deslocamentos. Na França, a inspiração me levou para o mundo da poesia e só na Alemanha consegui ter a coragem de realizar o antigo sonho que foi o de escrever um livro. Assim nasceu o volume 1 ‘Gaia – A Roda da Vida’.

 
Alô Alô Bahia: Quais são os principais aprendizados profissionais que a experiência na Europa te trouxe?

Telma Brites: Na França, fui inicialmente autodidata na arte de ensinar português. Ao longo do tempo, fui me formando e trabalhando como professora nos colégios até o momento de me sentir motivada e segura para passar o CAPES - Certificat d’Aptitude au Professorat de l’Enseignement du Segund degré, diploma de ritualização, para lecionar língua portuguesa até o segundo grau. A França me ajudou a confiar mais em mim e no meu potencial, a descobrir capacidades que até então eu desconhecia. E na Alemanha não foi o contrário. Como nas escolas não se ensina o português, comecei a fazer o que sempre gostei e já fazia como amadora, aqui no Brasil. A arte de representar. Fiz teatro em português e em alemão, mesmo que a língua alemã não fosse o meu ponto forte. Interpretei pequenos papeis em curtos filmes para estudantes universitários e na televisão. Com a cara e a coragem e o coração em prantos, enfrentei os meus medos e decidi conquistar meu espaço em uma cultura diferente. Então, na procura de me reencontrar enquanto ser, mulher, mãe eu aprendi recomeçar e reaprender o que já conhecia e o novo também.

 
Alô Alô Bahia: Como surgiu o interesse em trabalhar com a mitologia grega?

Telma Brites: Gosto muito de mitologia. Sempre acompanhei os livros e os filmes com temas mitológicos e fantasia com os meus filhos, desde o mais velho, hoje com 28 anos, até a minha caçula, 16 anos. Lia livros com este tema, ficava impressionada como a mitologia está tão incrustrada “disfarçadamente” na nossa sociedade, por exemplo, a palavra cronológica vem do deus Cronos; pânico vem do deus Pan e assim por diante. Este mundo sempre me fascinou. Então, pesquisei para aprender mais do que eu sabia e poder escrever os livros ‘Gaia – A Roda da Vida’ e ‘Gaia – O Templo esquecido’, que têm como pano de fundo a mitologia grega.
 

Alô Alô Bahia: Quais são as expectativas com a sua nova obra “Gaia – O Templo Esquecido”? O que o público pode esperar dessa história?

Telma Brites: ‘Gaia – O  Templo Esquecido’ é o seguimento de ‘Gaia - A roda da vida’. O primeiro é o confronto da personagem principal em aceitar os desígnios que o universo colocou nas suas mãos, por via de uma profecia onde ela vai crescer e amadurecer, enfrentar os seus medos e anseios, encontrar o amor. O segundo 'Gaia o Templo Esquecido' é a procura de si mesma, é o encontro com a separação, com a solidão para a partir daí aprender a se desprender da carga do passado e das expectativas do futuro, e viver somente o aqui e agora. Assim, o segundo livro da trilogia esclarece o leitor, fechando os vários pontos deixados abertos e levando-o a refletir sobre nossa real natureza.
 

Alô Alô Bahia: A inspiração para a sua nova obra surgiu quando você estava de férias em Creta, na Grécia. Comente um pouco mais sobre essa viagem.

Telma Brites: Creta é uma ilha maravilhosa e a morada de Zeus enquanto criança. Então, a energia dessa terra flora por todos os lados. Foi assim que, terminada as férias, parei para meditar em agradecimento aos maravilhosos momentos passados lá. Faltavam algumas horas para o ônibus nos levar ao aeroporto e, então, vi o que já tinha visto e nunca enxergado, um monte rochoso alongado que naquele momento me pareceu um gigante adormecido com as mãos cruzadas no peito. Ficava ao lado da pequena montanha onde estava o hotel. E foi aí que o gigante adormecido em mim acordou transbordando minha imaginação e me trazendo a história da minha Gaia, que na Original é a própria terra, a mãe terra da mitologia.

 
Alô Alô Bahia: Quais são as suas principais fontes de inspiração para escrever? Como funciona o seu processo criativo?

Telma Brites: Eu escrevo a partir da minha própria vivência e das experiência do cotidiano, o que vejo, o que como, os lugares que ando, por ex. a cidade de Colônia, Sechtem, cidades alemãs que já morei ou moro. As partes “realidades” do livro são autênticas, nada é imaginado. ‘Gaia - A Roda da Vida’ e ‘Gaia - O Templo Esquecido' só conseguia escrever nos Cafés de Colônia e Bonn (cidades alemãs). O murmurinho de vozes misturado com a música de fundo, me faz entrar em um casulo onde só existe eu com meu coração e minha mente e o computador. Já o volume 3, ‘Gaia - A Cidade da Luz’, que já está na fase de revisão e será lançado antes do Natal, eu só consegui escrever em casa pois necessitou de muita pesquisa.
 

03 Ago 2019

O empresário Rodrigo Pithon explica porque tem apostado na região do Morro Ipiranga

Em entrevista ao Alô Alô Bahia, Rodrigo Pithon, um dos sócios do Office Morro Ipiranga, empresarial lançado recentemente na Barra, explica detalhes do empreendimento, comenta a atual situação do mercado imobiliário em Salvador e fala sobre os lançamentos futuros do grupo.  

Alô Alô Bahia: Qual a atual situação do mercado imobiliário corporativo em Salvador?
Rodrigo Pithon: 
O mercado imobiliário corporativo em Salvador sempre teve sua oferta de produtos muito concentrada em uma região específica da cidade. Os empreendimentos comerciais que foram desenvolvidos ao longo dos últimos anos se concentraram na região da Avenida Tancredo Neves, Iguatemi, Stiep e Magalhães Neto. Essa região acabou sendo entendida como o novo centro comercial e empresarial da cidade. Os lançamentos mais recentes foram poucos e muito pontuais. Entendemos que um novo ciclo de lançamentos vai acontecer e o Office Morro Ipiranga vem como uma grande oportunidade iniciando esse ciclo.

Alô Alô Bahia: Por que escolher a região do Morro Ipiranga?
Rodrigo Pithon: 
Como os lançamentos empresariais nos últimos anos se concentraram em uma única região, percebemos que outras regiões da cidade ficaram esquecidas para esse tipo de produto, não havendo qualquer nova oferta. Passamos a buscar terrenos nos bairros de Ondina, Graça, Barra, Chame-Chame e Morro Ipiranga, de forma a desenvolver um produto que atendesse a grande demanda que esses bairros tem por um novo empreendimento empresarial, onde o conceito dos grandes centros urbanos pudesse ser atendido, qual seja: residir, trabalhar e se entreter em uma mesma região, reduzindo, sobretudo, o trânsito e evitando grandes deslocamentos.

Alô Alô Bahia: O que o Office Morro do Ipiranga tem de atrativo?
Rodrigo Pithon: 
O Office Morro Ipiranga tem alguns atrativos. Em primeiro lugar a localização pois ele fica logo na entrada do Morro Ipiranga e tem um acesso muito fácil. Em segundo lugar, desenvolvemos junto com nosso arquiteto Jose Marcelino salas com tamanhos de 28m² a 53m² e que permitem layouts variados. Temos a opção da laje corporativa com um tamanho de aproximadamente 150m² e que atende a muitas empresas pois é comercialmente viável do ponto de vista do investimento. Além disso, o Office Morro Ipiranga tem vagas para visitantes, algo muito requisitado pelos proprietários de salas em empreendimentos comerciais.

Alô Alô Bahia: Quais as empresas responsáveis pelo empreendimento?
Rodrigo Pithon: 
A realização do empreendimento é feita por um grupo de investidores que tem como principal sócio a GPE Participações e Empreendimentos. Ela desenvolveu diversos empreendimentos imobiliários em Salvador e em outros estados como São Paulo. São exemplos os prédios Luz da Manhã e Sol da Manhã na Pituba, Torre do Atlântico e Varandas Alto do Itaigara no Itaigara, Bahia Bela no Rio Vermelho e Port Saint Marine em Stella Mares. Por isso tem bastante experiência no desenvolvimento de projetos desse porte. A construção será realizada pela AS Engenharia. Ela tem bastante experiência na área de construção civil e tem em seu portfolio clientes de porte relevante no mercado como Siemens, Vale, Via Bahia, Coelba, Ministério Público Federal, Justiça Federal, Tribunal de Justiça da Bahia dentre outras. As empresas responsáveis pelo Office Morro Ipiranga tem experiência no mercado imobiliário, no setor da construção e com esse produto oferecem ao mercado um empreendimento com alta qualidade aos seus clientes.



Alô Alô Bahia: Em que o Office Morro do Ipiranga é inovador?
Rodrigo Pithon: 
A grande inovação que o Office Morro Ipiranga traz é ser o mais novo empreendimento comercial em uma região tradicional da cidade e que está carente desse tipo de produto nos últimos anos. São apenas 40 salas e 03 lojas a disposição de um mercado com alta demanda. O morador de bairros como Barra, Ondina, Graça, Chame-Chame tem a oportunidade de trabalhar perto de casa, sem ter os transtornos de um transito pesado e que absorve o tempo de todos. É ter o privilegio de poder almoçar em casa com a família por exemplo, algo que quem mora nesses bairros e trabalha nos empresariais da Avenida Tancredo Neves tem muita dificuldade de fazer. O Office Morro Ipiranga é inovador quando oferece a oportunidade de levar mais qualidade de vida para os moradores dessa região da cidade.

Alô Alô Bahia: Como tem sido a procura pelas unidades do empreendimento?
Rodrigo Pithon: 
A procura tem sido muito interessante e temos apresentado o empreendimento a clientes que tem interesse de usar as salas para seus ramos de atividade e a investidores que tem como objetivo ter um retorno financeiro quando o empreendimento estiver pronto. O Office Morro Ipiranga tem o formato de sistema de condomínio e por isso as unidades são ofertadas a preço de custo. Com isso o Office está sendo procurado por diversos perfis de clientes.

Alô Alô Bahia: Qual o status da obra hoje?
Rodrigo Pithon: 
Nós resolvemos adiantar o inicio das obras executando as fases de demolição, contenção e terraplenagem. Essas fases estão praticamente concluídas. Todo o orçamento da obra está concluído e detalhado e isso é fundamental em uma obra de sistema de condomínio. Isso traz segurança aos adquirentes. Para demonstrar o nosso compromisso junto ao orçamento, assumiremos o custo que ultrapassar 15% do orçamento da obra. Além disso, todos os projetos foram desenvolvidos no sistema BIM, que permite uma obra com alta qualidade técnica e eficiente controle financeiro. Isso é algo totalmente inovador no nosso mercado local e buscamos com isso que o Office Morro Ipiranga seja um absoluto sucesso.  

Alô Alô Bahia: Qual a expectativa de vocês com o Office Morro Ipiranga?
Rodrigo Pithon: 
A nossa expectativa é entregar um empreendimento de qualidade, tendo compromisso com o orçamento e com o prazo assumido junto aos clientes. Entendemos que o mercado imobiliário local precisa se fortalecer com empreendimentos que tragam credibilidade junto aos clientes e investidores.Temos certeza que alcançaremos todos os objetivos com o Office Morro Ipiranga.

Alô Alô Bahia: Quais os próximos lançamentos do grupo?
Rodrigo Pithon: Nós já temos dois terrenos na cidade para próximos lançamentos e um grande projeto no Litoral Norte em uma área de aproximadamente 750.000,00m². É um bairro planejado com condomínios de casas, lotes e apartamentos. Em breve apresentaremos ao mercado.

Fotos: Reprodução. Siga o insta @sitealoalobahia.